sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Ah, os excessos...
Eles vertem pelos poros, sem eufemismos, petrificam, viram palavrório
Tao arrebatadores, voluptuosos, não deixam espaço pra letargia, é sangue correndo,
nao esfria!
Fala sem escuta, virando verborragia
É embriaguez, insana morbidez
Ah, os excessos... mas tudo é em vão
se não há perdão!

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